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:: Hipertensão ::
O que é Hipertensão Arterial?
Quando o sangue é bombeado pelo coração através das artérias para os demais órgãos do corpo, ele é "empurrado" contra a parede dos vasos sanguíneos. Esta tensão gerada na parede das artérias é denominada pressão arterial.
A hipertensão arterial é a elevação dessa pressão para números acima dos valores considerados normais (120x80mmHg). Esta elevação anormal pode causar lesões em diferentes órgãos do corpo humano, tais como cérebro, coração, rins e olhos.
Embora 120x80mmHg (12x8) seja considerado o nível normal de pressão sanguínea, porque é o mais freqüente, o nível ideal é o mais baixo que uma pessoa conseguir manter sentindo-se bem. Ou seja, 9x6 é melhor que 10 x 7, que é melhor que 12 x 8.
O que contribui para a elevação da Pressão Arterial?
História familiar - As pessoas que têm histórico familiar de pressão alta têm maior probabilidade de desenvolver a hipertensão.
Idade - A pressão arterial aumenta com a idade.
Sal - A ingestão excessiva de sal predispõe ao aumento da pressão arterial.
Obesidade - As pessoas que apresentam excesso de peso têm maior probabilidade de desenvolver a hipertensão.
Diabetes – a hipertensão é mais frequente em pessoas com diabetes.
Abuso de álcool - Alguns estudos já indicam que o abuso de álcool pode estar associado à pressão alta.
Vida sedentária - O sedentarismo aumenta a probabilidade de excesso de peso, importante fator de risco para o desenvolvimento da hipertensão.
Cigarro - O hábito de fumar é um fator de contribuição para elevar a pressão arterial.
Como prevenir e controlar a Pressão Arterial?
Ter uma alimentação balanceada;
Praticar exercícios físicos de forma orientada;
Fazer exames clínicos regularmente;
Aferir a pressão arterial periodicamente;
Ter acompanhamento médico.
ATENÇÃO: Os medicamentos devem ser usados sempre que as mudanças de hábito de vida não forem suficientes para reduzir e manter baixos os níveis da pressão arterial. Por mais inconveniente que seja tomar remédio para tratar hipertensão, seja pelo custo ou pelo risco de efeitos colaterais, é muito mais conveniente e muito menos arriscado tomá-los do que se expor ao risco de sofrer um derrame, ter um infarto ou morrer subitamente em conseqüência da falta de tratamento.
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